Controlar e eliminar os riscos ocupacionais é uma responsabilidade de todas as empresas que prezam pela segurança dos trabalhadores, tendo em vista que tais riscos são as principais causas de acidentes, doenças, aumento do absenteísmo e redução da produtividade no ambiente de trabalho.

Trata-se dos riscos que os colaboradores possuem quando submetidos a certos tipos de funções, e estão associados a iluminação, ruídos, calor, vibrações, entre outros fatores.

Entender como funciona cada um desses riscos e saber diferenciá-los é essencial para a elaboração de medidas para prevenção desse problema, que ocorre na maioria das companhias. E, pensando nisso, elaboramos este post. Acompanhe!

Como os riscos ocupacionais podem ser classificados?

Qualquer situação que apresente certa possibilidade de danos à saúde do funcionário se caracteriza como risco ocupacional. Devido à sua importância, foi criada a portaria nº 25 de 1994, que regulamenta a NR 9, só para tratar desse assunto e de programas de prevenção de riscos ambientais.

Para facilitar esse processo de prevenção e minimização dos riscos ocupacionais, as normas regulamentadoras estabeleceram uma classificação por cor, com o objetivo de simplificar a criação do Mapa de Riscos. Com essa especificação dos riscos por meio das cores, o Mapa de Risco pode ser elaborado de forma clara. Veja como ficou:

  • vermelho: corresponde aos riscos químicos, como gases, vapores, fumos e demais substâncias comportas por produtos químicos que possam provocar algum prejuízo à saúde;
  • verde: são os riscos físicos, por exemplo, radiações, ruídos, frio, vibrações, calor, umidade, pressões anormais, entre outros;
  • marrom: são os riscos biológicos, como as bactérias, vírus, parasitas, protozoários e fungos;
  • amarelo: abrange os riscos ergonômicos, como o esforço físico excessivo, postura inadequada, jornadas de trabalho extensas, levantamento de peso, trabalho noturno e demais;
  • azul: estão ligados aos equipamentos e máquinas sem a devida proteção, risco de choque elétrico e de incêndio e demais fatores associados ao risco de acidentes.

Como é possível prevenir esses riscos?

Existem diversas práticas que podem ser implementadas dentro da empresa para reduzir as chances da ocorrência dos riscos ambientais. Conheça as principais:

  • atendimento às determinações impostas pelas Normas Regulamentadoras;
  • fornecimento dos instrumentos adequados às atividades exercidas e ao tipo de risco ocupacional, além do monitoramento dos colaboradores em relação às medidas protetivas;
  • controle da utilização correta dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) fornecidos para parte dos trabalhadores. Eles são os principais recursos de neutralização ou diminuição das condições de insalubridade e periculosidade;
  • correção do colaborador que já tiver sido orientado, e que mesmo assim esteja desenvolvendo atividades de forma que ofereça perigo;
  • elaboração do Mapa de Risco, pois, além de reduzir os perigos, propicia a possibilidade de definição das políticas de prevenção de acidentes, imprescindíveis para o crescimento do negócio;
  • treinamentos frequentes, que façam com que o empregado esteja bem orientado e siga boas práticas durante a execução de sua função;
  • criação de equipe para averiguar o uso de proteção e elaborar planos de ações relacionados à prevenção de acidentes.

Agora você já sabe a importância de investir na segurança e na saúde dos trabalhadores e, assim, evitar os riscos ocupacionais. Para isso, é preciso adotar práticas que proporcionem segurança e que garantam o bem-estar físico e mental no ambiente laboral.

Gostou deste conteúdo e quer aprender mais sobre a segurança do trabalhador no local de trabalho? Então, aproveite sua visita e saiba tudo com relação ao Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho (LTCAT)!

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